"As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore”.
(Machado de Assis)
"Eu queria ser eternamente criança... Para que quando eu caísse, as pessoas ao invés de rirem de mim, me segurassem pelas mãos e me mostrassem que tudo estaria sobre controle..."
segunda-feira, 9 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Mulherzinha, Mulher, Mulherão!
Mulherzinha sim! Para ficar madrugada à fora contando casos de amor mal-sucedido para a melhor amiga.
Mulher sim! Para ter sempre as unhas pintadas, mas faltando um pedaço de cor que a agua levou.
Mulherão sim! Para sair pela noite de salto alto, ainda que andando torta e com o calcanhar machucado.
Mulherzinha para chorar de solidão nas noites de verão.
Mulher para sorrir mesmo com o coração despedaçado.
Mulherão para ainda acreditar no sexo oposto e enlouquecê-lo.
Mulherzinha para cortar o cabelo e mudar a vida.
Mulher para pintar os olhos de preto e se sentir mais atraente.
Mulherão para não se abater com as cicatrizes que a rotina implanta.
Mulherzinha para andar de camisola pela casa durante o dia.
Mulher para usar batom vermelho quando sai.
Mulherão para beber num bar com classe.
Mulherzinha para escrever poesias que ninguém nunca lerá.
Mulher para pedir a Deus força para prosseguir adiante.
Mulherão para pedir perdão a mãe e ao irmão.
Mulherzinha para ter medo de andar no escuro.
Mulher para a acender a luz na madrugada.
Mulherão para beijar, abraçar e amar e se entregar.
Mulherzinha para ter frio de noite.
Mulher para saber cozinhar um bom arroz.
Mulherão para saber caminhar para frente, fazer curvas e ter curvas.
Mulherzinha para ligar e dizer Boa-Noite!
Mulher para chorar no colo dele.
Mulherão para dizer adeus.
Mulherzinha para dormir cedo.
Mulher para ouvir Maria Bethania e despejar lágrimas.
Mulherão para acordar ouvindo Chico Buarque em a Gota D'agua.
Mulherzinha para perder um dos brincos.
Mulher para amar fotografias.
Mulherão para adorar vestidos.
Mulherzinha para fazer coisas absurdas para os homens.
Mulher para sangrar todos os meses.
Mulherão para se entregar sem medo de ser feliz.
Mulherzinha, Mulher, Mulherão... Todas elas vibrando em mim... Ao mesmo tempo!
Mulher sim! Para ter sempre as unhas pintadas, mas faltando um pedaço de cor que a agua levou.
Mulherão sim! Para sair pela noite de salto alto, ainda que andando torta e com o calcanhar machucado.
Mulherzinha para chorar de solidão nas noites de verão.
Mulher para sorrir mesmo com o coração despedaçado.
Mulherão para ainda acreditar no sexo oposto e enlouquecê-lo.
Mulherzinha para cortar o cabelo e mudar a vida.
Mulher para pintar os olhos de preto e se sentir mais atraente.
Mulherão para não se abater com as cicatrizes que a rotina implanta.
Mulherzinha para andar de camisola pela casa durante o dia.
Mulher para usar batom vermelho quando sai.
Mulherão para beber num bar com classe.
Mulherzinha para escrever poesias que ninguém nunca lerá.
Mulher para pedir a Deus força para prosseguir adiante.
Mulherão para pedir perdão a mãe e ao irmão.
Mulherzinha para ter medo de andar no escuro.
Mulher para a acender a luz na madrugada.
Mulherão para beijar, abraçar e amar e se entregar.
Mulherzinha para ter frio de noite.
Mulher para saber cozinhar um bom arroz.
Mulherão para saber caminhar para frente, fazer curvas e ter curvas.
Mulherzinha para ligar e dizer Boa-Noite!
Mulher para chorar no colo dele.
Mulherão para dizer adeus.
Mulherzinha para dormir cedo.
Mulher para ouvir Maria Bethania e despejar lágrimas.
Mulherão para acordar ouvindo Chico Buarque em a Gota D'agua.
Mulherzinha para perder um dos brincos.
Mulher para amar fotografias.
Mulherão para adorar vestidos.
Mulherzinha para fazer coisas absurdas para os homens.
Mulher para sangrar todos os meses.
Mulherão para se entregar sem medo de ser feliz.
Mulherzinha, Mulher, Mulherão... Todas elas vibrando em mim... Ao mesmo tempo!
sábado, 7 de março de 2009
é Ele a luz
Eu só queria a oportunidade de ser incondicionalmente feliz, sem medir as lacunas que isso me causaria!
São sempre estas lacunas que não permitem que meu riso venha sincero, que minha alma floresça, que o dia nasça sem o peso de ter passado a noite de ontem...
Consigo acordar apaixonada todos os dias pela mesma luz, só não consigo mantê-la acesa ao meu lado!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Antes
Antes que a saudade venha a sufocar minha alma...
Antes que a música nunca mais seja lembrada...
Antes que as mentiras sejam descobertas e o segredo revelado...
Antes que os ruídos venham de rompante...
Antes que as garças comam o que resta de farelo pelo caminho...
Antes que nasça o poente e morra o sol...
Antes que partam os trens sem destino ao meio-dia...
Antes que a chuva molhe meu corpo, minha casa, meu laço...
Antes que a lua apareça no céu brando...
Antes que durmam as crianças todas da cidade...
Antes que ninguém mais converse nas janelas de suas pensões...
Antes que a porta se feche para não mais se abrir...
- Eu vou daqui a ali e já venho!
Antes que a música nunca mais seja lembrada...
Antes que as mentiras sejam descobertas e o segredo revelado...
Antes que os ruídos venham de rompante...
Antes que as garças comam o que resta de farelo pelo caminho...
Antes que nasça o poente e morra o sol...
Antes que partam os trens sem destino ao meio-dia...
Antes que a chuva molhe meu corpo, minha casa, meu laço...
Antes que a lua apareça no céu brando...
Antes que durmam as crianças todas da cidade...
Antes que ninguém mais converse nas janelas de suas pensões...
Antes que a porta se feche para não mais se abrir...
- Eu vou daqui a ali e já venho!
Os capítulos - parte I
Eis a prova de que quando tudo tem que dar certo... dá errado só para me contrariar!!
1º capítulo: O Envelhecente - Tudo que tinha para dar certo deu errado. O que são dezoito anos antes ou depois? Quando nasci ele já brincava de fazer bebê... E eu aprendia a mamar no seio de minha mãe. A Calvice X A Cabeleira. O encontro abortado. A panqueca congelada. O pub sem músicos. A internet depredada. No palco do Satyros. Na noite vazia. Nas mentiras sinceras que tanto me interessaram.
2º capítulo: O Bebê-Alcool - Pelo menos aprendi a jogar bilhar! Carinha de menininho, mas coração de um leão bruto. Nasceu dois anos antes de mim, no entanto parece que vive anos luz na frente, gosta do rock desengonçado, das bebidas quentes, da fumaça cinza do cigarro e dos palavrões desgovernados. Fui na Virada para vê-lo e não vi. Ia para a faculdade pirua só para passar por ele e este abaixava a cabeça. Cruzei com ele na balada e foi embora pro hospital sem ao menos me ver no maldito show. Eram tardes perdidas no mundo virtual em conversas sem sentido para acabar um dia no metrô com um "Não vai rolar!!". E ele trancou a matricula neste ano.
3º capítulo: O Vizinho - Depois de cinco longos anos correndo descalça e descabelada pela rua, descobri um amor! Ele estava ao meu lado todos os dias. Viu-me criar peitos e crescer etapas na vida. Catorze anos luz na frente para ele o faz sentir-se ainda um garotinho e tem vergonha de contar que a idade avançou depressa (ou não!). O Sorriso Dourado, transformou-se no Maracujá Enrugado! As longas conversas de dia e de noite, o trabalho abandonado só para passar mais tempo perto dele, nada fez sentido. A ido ao teatro, ao invés do pancadão era o tudo ou nada. E deu em nada. O cd com músicas cultis fez recuar mais ainda. Ainda sonho com ele e quero defendê-lo. Ele me olha, mas a vida tem caminhos diferentes hoje.
4º capítulo: O Italiano - Vindo de Pernambuco, nos encontros noturnos em Lotação nos aproximamos.Este era onze aninhos só, e eu podia acreditar que eram quase despercebidos. Combinamos a vida descobrir e em nada levou. Professores ambos. Amantes de arte. Ele músico, eu atriz. Um amando o que o outro fazia. No cancelamento de tudo que marcávamos, nunca mais deu notícias. Nem o vi. Nem apareceu de relance. Nem respondeu o meu chamado. Só mais um maluco. Amou minhas poesias.
Aguardem os próximos capítulos...
1º capítulo: O Envelhecente - Tudo que tinha para dar certo deu errado. O que são dezoito anos antes ou depois? Quando nasci ele já brincava de fazer bebê... E eu aprendia a mamar no seio de minha mãe. A Calvice X A Cabeleira. O encontro abortado. A panqueca congelada. O pub sem músicos. A internet depredada. No palco do Satyros. Na noite vazia. Nas mentiras sinceras que tanto me interessaram.
2º capítulo: O Bebê-Alcool - Pelo menos aprendi a jogar bilhar! Carinha de menininho, mas coração de um leão bruto. Nasceu dois anos antes de mim, no entanto parece que vive anos luz na frente, gosta do rock desengonçado, das bebidas quentes, da fumaça cinza do cigarro e dos palavrões desgovernados. Fui na Virada para vê-lo e não vi. Ia para a faculdade pirua só para passar por ele e este abaixava a cabeça. Cruzei com ele na balada e foi embora pro hospital sem ao menos me ver no maldito show. Eram tardes perdidas no mundo virtual em conversas sem sentido para acabar um dia no metrô com um "Não vai rolar!!". E ele trancou a matricula neste ano.
3º capítulo: O Vizinho - Depois de cinco longos anos correndo descalça e descabelada pela rua, descobri um amor! Ele estava ao meu lado todos os dias. Viu-me criar peitos e crescer etapas na vida. Catorze anos luz na frente para ele o faz sentir-se ainda um garotinho e tem vergonha de contar que a idade avançou depressa (ou não!). O Sorriso Dourado, transformou-se no Maracujá Enrugado! As longas conversas de dia e de noite, o trabalho abandonado só para passar mais tempo perto dele, nada fez sentido. A ido ao teatro, ao invés do pancadão era o tudo ou nada. E deu em nada. O cd com músicas cultis fez recuar mais ainda. Ainda sonho com ele e quero defendê-lo. Ele me olha, mas a vida tem caminhos diferentes hoje.
4º capítulo: O Italiano - Vindo de Pernambuco, nos encontros noturnos em Lotação nos aproximamos.Este era onze aninhos só, e eu podia acreditar que eram quase despercebidos. Combinamos a vida descobrir e em nada levou. Professores ambos. Amantes de arte. Ele músico, eu atriz. Um amando o que o outro fazia. No cancelamento de tudo que marcávamos, nunca mais deu notícias. Nem o vi. Nem apareceu de relance. Nem respondeu o meu chamado. Só mais um maluco. Amou minhas poesias.
Aguardem os próximos capítulos...
Novidade

Penso que tudo está se encaixando no devido lugar... Mentira!
O ano começa e eu faço vários votos que consigo cumprir... Mentira!
Deixo de dormir tarde e passo a acordar cedo... Mentira!
Amanhece e ouço no rádio um pancadão para animar... Mentira!
Prometo não me apegar a gente nova e... Mentira!
As músicas velhas e tristes continuam a soar na vitrola. Os livros empoeirados são movidos na estante capenga. Os vinis estão embolorados junto a pilha de roupas sujas que a preguiça não permitiu lavar no canto do quarto abandonado de paixão. Os risos noturnos fugiram pela fresta aberta que sobressaiu.
Tenho cantado mais e menos. Lido menos. Bebido menos e mais. Andado mais de noite. Interagido com um numero razoável de pessoas que me agradam. Quase ninguém me agrada mais. Dormido bastante. Chorado pouco. Tido mínimos picos de bom humor. Ido pouco a parques. Nada de beijos na boca de verdade. Abraço muito. Achado que o mundo é perfeito sempre. Imperfeição deflora mais ainda e gosto mais dela. Nenhuma poesia nos últimos tempos. Passado pouco tempo com meus amados de casa. Comido poucas e muitas pessoas. Conhecido muitas e bastantes músicas. Visto poucos peças de teatro. Assistido muitos e poucos filmes. Andado bastante sozinha. Sentido muito e pouco a chuva no corpo.
Cai meu corpo nu na beira da calçada porque em fevereiro é carnaval!
O ano começa e eu faço vários votos que consigo cumprir... Mentira!
Deixo de dormir tarde e passo a acordar cedo... Mentira!
Amanhece e ouço no rádio um pancadão para animar... Mentira!
Prometo não me apegar a gente nova e... Mentira!
As músicas velhas e tristes continuam a soar na vitrola. Os livros empoeirados são movidos na estante capenga. Os vinis estão embolorados junto a pilha de roupas sujas que a preguiça não permitiu lavar no canto do quarto abandonado de paixão. Os risos noturnos fugiram pela fresta aberta que sobressaiu.
Tenho cantado mais e menos. Lido menos. Bebido menos e mais. Andado mais de noite. Interagido com um numero razoável de pessoas que me agradam. Quase ninguém me agrada mais. Dormido bastante. Chorado pouco. Tido mínimos picos de bom humor. Ido pouco a parques. Nada de beijos na boca de verdade. Abraço muito. Achado que o mundo é perfeito sempre. Imperfeição deflora mais ainda e gosto mais dela. Nenhuma poesia nos últimos tempos. Passado pouco tempo com meus amados de casa. Comido poucas e muitas pessoas. Conhecido muitas e bastantes músicas. Visto poucos peças de teatro. Assistido muitos e poucos filmes. Andado bastante sozinha. Sentido muito e pouco a chuva no corpo.
Cai meu corpo nu na beira da calçada porque em fevereiro é carnaval!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Desta vez
E desta vez eu só queria que mais um não tivesse medo de andar pela chuva sem se resfriar. De rolar na grama sem pensar se depois irá ficar se coçando. Queria que ele não olhasse toda vez se os sapatos estão engraxados igualmente e nem se o guarda-chuva está dentro do carro. Gostaria que ele corresse nu pelo menos uma vez na vida numa rua deserta, que fosse na praia, pela noite. Poderia me olhar nos olhos sem me testar, sem querer saber onde esta a verdade, cadê a mentira. Ao menos uma vez queria que sorrisse sem ter receios de estar se escrachando ou não e vibrando com a alma, simples e grande. Que não se preocupasse em ser gente crescida ou criança grande... Fosse humano e bastasse.
Mas parece tão impossível!
Mas parece tão impossível!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Efemeridade
De repente tudo muda...
Os velhos amigos já não brindam conosco,
As velhas palavras já não são usadas,
O velho diário é esquecido,
As velhas festas são apagadas...
Novos sonhos são sonhados,
Novas conquistas planejadas,
Novas vitórias idealizadas,
Novos desejos são desejados...
As promessas o vento leva,
As pedras são arremessadas,
O orvalho renovado,
A brisa da manhã continua a nos saudar!
E a velha canção que ao longe ouvi
Esta soando num ritmo diferente...
Há uma mistura de tango e jazz a me embalar!
A vivacidade minha compara-se a uma ave de rapina
O que há em mim me basta
E um novo tempo começa agora!
Aqui o pensamento rápido resulta em superficialidade,
Mas não pereço mais encadeada em duvidas de outrem
E o coração instável continua a bater forte!
Numa frequência diferente o semblante torna-se equalizado
Enquanto não resta nenhum vazio a ser ecoado.
O sol da manhã agrada tanto quanto o sereno luar da noite!
E quantas vezes não preferi mais a um que ao outro?
Quantas pessoas enganei ter amado?
Quantas promessas de amor me juraram?
E hoje nada mais disso faz sentido...
Está tudo guardado num baú chamado coração!
A efemeridade, minha inércia não se movem, não trabalham
Vilipendio, incompreendo e descarto
Tudo aquilo que me foi mal certa vez.
Renasço das cinzas
Para mais tarde morrer como fênix!
Viver tornou-se realmente a coisa mais rara
Enfezo-me ao ver a maioria das pessoas apenas existindo...
Descobri novos caminhos,
Vi novos horizontes,
Li novos livros da alma,
Visitei novos lugares,
Convivi com novas pessoas,
Ri de outras ironias,
Vivi novos amores,
Amei novos destinos,
E me apaixonei!
Os velhos amigos já não brindam conosco,
As velhas palavras já não são usadas,
O velho diário é esquecido,
As velhas festas são apagadas...
Novos sonhos são sonhados,
Novas conquistas planejadas,
Novas vitórias idealizadas,
Novos desejos são desejados...
As promessas o vento leva,
As pedras são arremessadas,
O orvalho renovado,
A brisa da manhã continua a nos saudar!
E a velha canção que ao longe ouvi
Esta soando num ritmo diferente...
Há uma mistura de tango e jazz a me embalar!
A vivacidade minha compara-se a uma ave de rapina
O que há em mim me basta
E um novo tempo começa agora!
Aqui o pensamento rápido resulta em superficialidade,
Mas não pereço mais encadeada em duvidas de outrem
E o coração instável continua a bater forte!
Numa frequência diferente o semblante torna-se equalizado
Enquanto não resta nenhum vazio a ser ecoado.
O sol da manhã agrada tanto quanto o sereno luar da noite!
E quantas vezes não preferi mais a um que ao outro?
Quantas pessoas enganei ter amado?
Quantas promessas de amor me juraram?
E hoje nada mais disso faz sentido...
Está tudo guardado num baú chamado coração!
A efemeridade, minha inércia não se movem, não trabalham
Vilipendio, incompreendo e descarto
Tudo aquilo que me foi mal certa vez.
Renasço das cinzas
Para mais tarde morrer como fênix!
Viver tornou-se realmente a coisa mais rara
Enfezo-me ao ver a maioria das pessoas apenas existindo...
Descobri novos caminhos,
Vi novos horizontes,
Li novos livros da alma,
Visitei novos lugares,
Convivi com novas pessoas,
Ri de outras ironias,
Vivi novos amores,
Amei novos destinos,
E me apaixonei!
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