
A despedida também é o momento da chegada. Chega um novo tempo, uma nova mudança, uma ausência não habitual.
A gente nunca sabe a hora de dizer adeus... E daí, às vezes, parecemos uma multidão de árvores velhas balançando seus galhos como se acenassem tchau.
E quando partimos somos bondes impiedosos que carregam dentro um sorriso choroso e deixa na estação uma lágrima bailarina.
Quando partem e ficamos, nos sentimos as mesmas árvores velhas que não se movem do solo, apenas se deixam balançar pelas hastes.
Ir quando se ama é levar o navio arrastando a ancora pelo oceano, as correntes só pesando.
Partir na solidão é embarcar no trem um passageiro e duas bagagens. Um aceno e dois lenços balançando no ar.
Como o céu ou o inferno que encontra o ateu na hora da suplica, é a morada que guarda as emoções do adeus final...
A gente nunca sabe a hora de dizer adeus... E daí, às vezes, parecemos uma multidão de árvores velhas balançando seus galhos como se acenassem tchau.
E quando partimos somos bondes impiedosos que carregam dentro um sorriso choroso e deixa na estação uma lágrima bailarina.
Quando partem e ficamos, nos sentimos as mesmas árvores velhas que não se movem do solo, apenas se deixam balançar pelas hastes.
Ir quando se ama é levar o navio arrastando a ancora pelo oceano, as correntes só pesando.
Partir na solidão é embarcar no trem um passageiro e duas bagagens. Um aceno e dois lenços balançando no ar.
Como o céu ou o inferno que encontra o ateu na hora da suplica, é a morada que guarda as emoções do adeus final...
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