Se me sobrar fôlego, eu conto.
Mas para isso precisarão restar palavras!
Se me tomarem pelo caminho, digo.
Porém vou atrás se o bonde partir!
Se me faltar ar, eu paro.
No entanto, se as lágrimas quiserem, irão rolar!
E eu vou perguntar dele pelas avenidas, publicar seu nome na fachada de minha casa e revirar o lixo dos subúrbios.
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